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Garantia de direitos de crianças e adolescentes é tema da 17ª edição da Revista Valor Compartilhado

“Ser criança é ter liberdade para viver a infância com qualidade. Ser criança é ter direito à moradia adequada, à alimentação saudável e a uma boa educação. Ser criança é poder ser amado, protegido e feliz. Simples assim.” - Isa Colli, jornalista e escritora brasileira


Zelar pelas nossas crianças e adolescentes é crucial para o desenvolvimento sustentável da sociedade em que vivemos. E o cuidado começa com a garantia de direitos. A partir desse olhar para o protagonismo das infâncias e juventudes, convidamos você a se inspirar com essa edição especial e seguir conosco construindo redes e pontes para sermos uma grande aldeia, responsável por garantir os direitos das nossas crianças e adolescentes.


A revista é uma das metas do projeto Rede Criança e Adolescente - Fomentando OSCs, que apresentamos na seção Cá entre Nós. Por meio do projeto, identificamos o desejo de as organizações sociais obterem mais informações sobre captação de recursos e, por isso, trazemos na seção Na Prática um artigo imperdível da professora e captadora de recursos Júnia Esteves.


Para fortalecer a atuação das organizações no Conselho Municipal de Direitos das Crianças e dos Adolescentes, na seção Formação, convidamos Fábio Feitosa e Marcelo Oliveira para dissertar sobre este importante espaço de participação social. Em Diálogos com a Universidade, o professor e cientista Luiz Carlos Dias nos ensina sobre a importância da vacinação infantil.


Descobrimos, em Tecendo Redes, que é por meio das alianças intersetoriais que o programa Jovem Aprendiz transforma a vida de adolescentes e jovens de todo o Brasil. Em Realizando Sonhos, somos encantados com a história de Izabella Lisboa, uma jovem trabalhadora e cheia de sonhos, atendida pelo Instituto Mano Down.


Os desafios de manter o atendimento durante a pandemia é o tema do Terceiro Setor em Foco, em que contamos com a contribuição do Instituto Oportunidade Social, com a experiência de se reinventar para seguir com sua missão de formação de jovens para o mercado de trabalho.


Um ditado africano muito sábio ensina que é preciso uma aldeia para criar uma criança. No Brasil, há alguns anos entendemos que é preciso um sistema para garantir os direitos de todas as crianças e adolescentes. Por isso, sejamos aldeia, uma rede fortalecida de pessoas e instituições que, em união, constroem um mundo em que os direitos de crianças e adolescentes são garantidos em todas as instâncias com prioridade absoluta.



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